
[23 de Novembro]
Apacc Participa da Cerimônia de Premiação dos Finalista
do Prêmio Fundação Banco do Braisil de Tecnologia
Social – Edição 2007, em Brasília.
No dia 12 de novembro de 2007, a Associação Paraense de
Apoio as Comunidades Carentes (APACC) participou, em Brasília,
da Premiação da Fundação Banco do Brasil de
Tecnologia Social – Edição 2007. A entidade foi representada
no evento por Ruth Corrêa - coordenadora do Pólo Rural da
APACC e Franquismar Marciel – Coordenador da linha de Formação
Agroextrativista.
A etapa final da premiação contou com 2 eventos principais:
encontro com representantes das tecnologias sociais finalistas e a imprensa,
pela manhã, no Hotel Blue Tree, e o evento de premiação,
à noite, na Associação Atlética Banco do Brasil.
Durante o Encontro com representantes das tecnologias sociais finalistas,
a APACC fez jus ao recebimento do certificado de tecnologia social com
a experiência Redes Locais Tecendo Saberes Agroecológicos.
Além disso, a APACC recebeu de um kit de material de divulgação
(folder e vídeo), produzido pela Fundação BB, com
o propósito de auxiliar na divulgação das tecnologias
sociais e sua reaplicação.
Na cerimônia de premiação, entre as 24 tecnologias
sociais finalistas, o Presidente da Fundação Banco do Brasil
entregou o troféu de “Finalista do Prêmio Fundação
Banco do Brasil de Tecnologia Social – edição 2007”
para cada representante das instituições presentes.
Para Ruth Corrêa, representante da APACC, a certificação
dessa experiência como Tecnologia Social constitui um reconhecimento
importante da atuação da APACC e de seus parceiros, as ong´s
européias Essor e AVSF e os parceiros locais STR´s, Associação
da Casa Familiar Rural, CART, ASMICC e as prefeituras municipais, divulgando
e dando visibilidade ao trabalho desenvolvido há 8 anos na região,
abrindo também possibilidades de novas parcerias e recursos para
a replicação da tecnologia.
A Tecnologia Social Redes Locais Tecendo Saberes Agroecológicos
constitui uma iniciativa de enfrentamento ao modelo de agricultura familiar
desenvolvido na região, baseado na monocultura, sem oferecer condições
de garantir renda e segurança alimentar para as famílias
de forma contínua. Com a ajuda de agricultores e agricultoras multiplicadores/as
que atuam em uma rede solidária de saberes agroecológicos
as comunidades dos municípios de Cametá, Limoeiro do Ajuru
e Oeiras do Pará aprendem a desenvolver técnicas sustentáveis
de produção e valores como o respeito ao meio ambiente.
O trabalho está garantindo mais renda e mesa farta para as famílias.
Texto: Ruth Correa
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